Identificação do Território (Atualização Diagnóstica)
Caracterização atualizada com dados epidemiológicos secundários (SISAB, e-SUS, SIM, SINAN), perfil de morbidade, grupos vulneráveis e iniquidades.
Do olhar observacional para o diagnóstico baseado em dados. O estudante passa a articular indicadores epidemiológicos, definir metas SMART e comparar resultados pré e pós-intervenção.
A extensão curricularizada evolui em complexidade a cada ciclo. Aqui, o que passa a ser exigido do estudante e as fases avaliativas do ciclo.
Estrutura mínima do Plano de Trabalho conforme o Manual. Cada seção evolui em relação ao ciclo anterior.
Caracterização atualizada com dados epidemiológicos secundários (SISAB, e-SUS, SIM, SINAN), perfil de morbidade, grupos vulneráveis e iniquidades.
Integração de dados primários e secundários com análise quantitativa e qualitativa.
Priorização técnica por prevalência, gravidade, vulnerabilidade e viabilidade.
Bases, descritores, critérios de seleção e síntese das evidências.
Intervenção com público-alvo, estratégias e metodologia detalhada.
Número de encontros, responsáveis, articulação com a equipe e mobilização comunitária.
Adesão, frequência, mudança comportamental — comparação pré e pós.
Distribuição temporal de planejamento, execução e avaliação.
Recursos materiais e humanos com justificativa de viabilidade.
Instrumentos de coleta, análise e critérios de sucesso.
Coerência entre diagnóstico, fundamentação e intervenção.
Seções mínimas do Relato de Experiência, conforme os Quadros 12 a 15 do Manual.
| Seção | Elementos obrigatórios |
|---|---|
| Introdução | Fundamentação teórica ampliada; problema sustentado por dados; objetivo SMART |
| Diagnóstico | Dados primários e secundários; iniquidades; matriz de priorização |
| Metodologia | Programa estruturado; instrumentos; critérios de análise; eticidade |
| Resultados | Indicadores pré e pós; comparação mensurável |
| Discussão | Diálogo com literatura; explicação dos resultados |
| Análise do Processo | Barreiras e facilitadores |
| Conclusão | Impacto observado; possibilidade de ampliação |
| Referências | Atualizadas e pertinentes |
| Apêndices | Instrumentos e materiais produzidos |
Etapas mínimas da apresentação oral, conforme os Quadros 16 a 19 do Manual.
Dados primários e secundários apresentados em gráficos ou tabelas
Justificativa baseada em indicadores e iniquidades
Metas claras e mensuráveis
Registro fotográfico sistematizado dos encontros
Comparação visual obrigatória com gráficos ou tabelas
Análise crítica dos resultados
Vídeos curtos, animações simples e visualização de dados
Design Thinking nas 4 primeiras etapas, Arco de Maguerez na implementação. Traduzindo: olhar, entender, planejar, testar e, no fim, agir com a comunidade. Nada de mágica — só um caminho didático pra não se perder no meio.
Design Thinking pra compreender antes de intervir. Arco de Maguerez pra voltar ao território — agora com uma ação.

Escutar antes de propor
Fase de preparo institucional e conexão emocional com o tema. Aqui o subgrupo se organiza, assina termos e estuda o material teórico de 'Território e Escuta Qualificada' antes de ir a campo. O objetivo é 'calçar os sapatos' da comunidade através dos dados disponíveis.
Organizar o que se ouviu
É o momento da 1ª ida ao campo (Diagnóstico). O subgrupo vai ao território para observar a realidade e realizar a escuta qualificada. Após a visita, o foco é organizar as percepções em sala de aula para definir o problema prioritário através da Árvore de Problemas.
Que ação faz sentido aqui?
Gerar muitas ideias de ação educativa em saúde e escolher — junto — a que cabe no tempo, no lugar e no público real. A devolutiva do Momento 1 também é redigida aqui, para abrir o Momento 2.
Testar antes de ir a público
Produzir materiais, ensaiar dinâmicas, simular a ação entre vocês. Falhar aqui é ótimo — evita falhar diante da comunidade no Momento 2.
O Arco de Maguerez em ato
As idas finais ao campo e a aplicação da proposta, conforme a fase e a programação do período. Nos períodos de ciclo completo, isso inclui a ação educativa em três encontros e a devolutiva; no 1º período, a aplicação fica planejada para a etapa seguinte.
Em cada ida ao território prevista para o período, o subgrupo percorre estes 5 passos — com profundidade crescente. É o coração da metodologia problematizadora: parte da realidade e volta pra ela transformada.
Chegar no campo e olhar de novo, com o problema já definido.
O que precisa ser enfrentado pra transformar essa realidade?
Buscar evidência científica que sustente a ação de vocês.
Desenhar as respostas possíveis — plurais, criativas, viáveis.
Voltar à comunidade e agir. É aqui que o arco se completa.
“O conhecimento nasce da inquietação com a realidade — e só se completa quando volta a ela.”
Para garantir a aprovação e o impacto social, o subgrupo deve cumprir os critérios mínimos do Manual. Na implementação 2026.2, este período segue ciclo 1 completo · inserção, empatia e implementação.
Carga Horária Total
Distribuídas entre encontros síncronos, assíncronos e idas ao território.
Visitas ao Campo
Idas pactuadas com a unidade e registradas na programação do seu período.
Público Almejado
Mínimo de pessoas impactadas diretamente pela sua ação educativa.
Subgrupos
Organização coletiva conforme a realidade local de cada cidade.
A ação educativa deve conter no mínimo 3 encontros ou momentos (ex: três oficinas, três palestras, ou uma sequência pedagógica em três tempos). Verifique a Programação Semestral do seu período para detalhes da carga horária.
A presença nas idas ao território previstas para o seu período é obrigatória para a composição da nota. Ausências devem ser justificadas formalmente ao docente responsável conforme as regras do Manual Acadêmico.