Identificação do Território (Estratificação Clínica e Assistencial)
Estratificação de risco, análise de perfis assistenciais e grupos prioritários.
O estudante consolida-se como articulador interprofissional. Foco em linha de cuidado, integração com a Rede de Atenção à Saúde e leitura clínico-territorial do problema priorizado.
A extensão curricularizada evolui em complexidade a cada ciclo. Aqui, o que passa a ser exigido do estudante e as fases avaliativas do ciclo.
Estrutura mínima do Plano de Trabalho conforme o Manual. Cada seção evolui em relação ao ciclo anterior.
Estratificação de risco, análise de perfis assistenciais e grupos prioritários.
Fluxos assistenciais, continuidade do cuidado, acesso, adesão terapêutica e falhas na linha de cuidado.
Lacunas assistenciais e fatores clínicos que impactam o problema.
Bases, critérios de inclusão/exclusão, síntese com diretrizes oficiais.
Cuidado longitudinal, articulação multiprofissional e integração entre níveis de atenção.
Responsabilidades, articulação multiprofissional e registro assistencial.
Controle de parâmetros, adesão terapêutica, acesso e seguimento.
Planejamento, execução clínica, monitoramento e avaliação longitudinais.
Recursos humanos, materiais e assistenciais necessários à linha de cuidado.
Instrumentos, análise dos dados e critérios de sucesso.
Integração entre diagnóstico, evidência, prática clínica e impacto assistencial.
Seções mínimas do Relato de Experiência, conforme os Quadros 12 a 15 do Manual.
| Seção | Elementos obrigatórios |
|---|---|
| Introdução | Problema contextualizado em políticas públicas; fundamentação científica consolidada |
| Diagnóstico | Dados epidemiológicos; vulnerabilidades; gap de cuidado |
| Integração Obrigatória | Articulação interprofissional; rede de atenção |
| Metodologia | Planejamento estruturado; instrumentos; critérios de análise; eticidade |
| Resultados | Indicadores clínicos e sociais; análise quantitativa e qualitativa |
| Discussão | Diálogo com políticas públicas; análise crítica |
| Sustentabilidade | Plano de continuidade da intervenção |
| Análise do Processo | Dificuldades e potencialidades |
| Conclusão | Consolidação da intervenção no território |
| Referências | Científicas consolidadas |
| Apêndices | Produtos técnicos desenvolvidos |
Etapas mínimas da apresentação oral, conforme os Quadros 16 a 19 do Manual.
Dados epidemiológicos e clínicos com visualização estruturada
Representação visual da lacuna assistencial
Registro fotográfico ou vídeo de atividades multiprofissionais
Demonstração estruturada do programa executado
Indicadores comparativos e analíticos
Plano de continuidade apresentado graficamente
Design Thinking nas 4 primeiras etapas, Arco de Maguerez na implementação. Traduzindo: olhar, entender, planejar, testar e, no fim, agir com a comunidade. Nada de mágica — só um caminho didático pra não se perder no meio.
Design Thinking pra compreender antes de intervir. Arco de Maguerez pra voltar ao território — agora com uma ação.

Escutar antes de propor
Fase de preparo institucional e conexão emocional com o tema. Aqui o subgrupo se organiza, assina termos e estuda o material teórico de 'Território e Escuta Qualificada' antes de ir a campo. O objetivo é 'calçar os sapatos' da comunidade através dos dados disponíveis.
Organizar o que se ouviu
É o momento da 1ª ida ao campo (Diagnóstico). O subgrupo vai ao território para observar a realidade e realizar a escuta qualificada. Após a visita, o foco é organizar as percepções em sala de aula para definir o problema prioritário através da Árvore de Problemas.
Que ação faz sentido aqui?
Gerar muitas ideias de ação educativa em saúde e escolher — junto — a que cabe no tempo, no lugar e no público real. A devolutiva do Momento 1 também é redigida aqui, para abrir o Momento 2.
Testar antes de ir a público
Produzir materiais, ensaiar dinâmicas, simular a ação entre vocês. Falhar aqui é ótimo — evita falhar diante da comunidade no Momento 2.
O Arco de Maguerez em ato
As idas finais ao campo e a aplicação da proposta, conforme a fase e a programação do período. Nos períodos de ciclo completo, isso inclui a ação educativa em três encontros e a devolutiva; no 1º período, a aplicação fica planejada para a etapa seguinte.
Em cada ida ao território prevista para o período, o subgrupo percorre estes 5 passos — com profundidade crescente. É o coração da metodologia problematizadora: parte da realidade e volta pra ela transformada.
Chegar no campo e olhar de novo, com o problema já definido.
O que precisa ser enfrentado pra transformar essa realidade?
Buscar evidência científica que sustente a ação de vocês.
Desenhar as respostas possíveis — plurais, criativas, viáveis.
Voltar à comunidade e agir. É aqui que o arco se completa.
“O conhecimento nasce da inquietação com a realidade — e só se completa quando volta a ela.”
Para garantir a aprovação e o impacto social, o subgrupo deve cumprir os critérios mínimos do Manual. Na implementação 2026.2, este período segue ciclo 1 completo · inserção, empatia e implementação.
Carga Horária Total
Distribuídas entre encontros síncronos, assíncronos e idas ao território.
Visitas ao Campo
Idas pactuadas com a unidade e registradas na programação do seu período.
Público Almejado
Mínimo de pessoas impactadas diretamente pela sua ação educativa.
Subgrupos
Organização coletiva conforme a realidade local de cada cidade.
A ação educativa deve conter no mínimo 3 encontros ou momentos (ex: três oficinas, três palestras, ou uma sequência pedagógica em três tempos). Verifique a Programação Semestral do seu período para detalhes da carga horária.
A presença nas idas ao território previstas para o seu período é obrigatória para a composição da nota. Ausências devem ser justificadas formalmente ao docente responsável conforme as regras do Manual Acadêmico.