Sair da sala
A extensão acontece fora dos muros: em unidades de saúde e espaços comunitários pactuados com vocês.
Extensão Curricularizada do 4º período. Em 2026.2, por decisão institucional da UNEXMED, a turma cursa o Ciclo 1 (Inserção e Empatia) — com o olhar clínico e humanístico próprio do 4º período.

Parte curricular da faculdade, integrada às disciplinas do semestre. Não é atividade extra — é parte do que faz de vocês médicos.
A extensão acontece fora dos muros: em unidades de saúde e espaços comunitários pactuados com vocês.
Observação participante, entrevistas, mapa de atores. A comunidade é coautora.
A partir da escuta, vocês desenham uma ação educativa em saúde, em 3 encontros.
Diário de Bordo a cada atividade + Relato de Experiência ao final. Isso vira portfólio.
A extensão é onde ensino, pesquisa e território se encontram. Aqui vocês exercitam o que o SUS espera do médico: escutar, dialogar, agir com ética e medir impacto.

A diferença entre entregar uma cesta e construir um vínculo. Entre visitar e voltar. Entre executar e transformar.

A extensão não é "a mais" — é o lugar onde a medicina encontra a vida real. Fazer com capricho agora dá dividendos por anos.
Currículo de residência, monitoria, iniciação científica: um projeto de extensão robusto pesa muito.
A comunidade que vocês adotarem agora acompanha o percurso — nos próximos ciclos, o trabalho aprofunda.
Ação bem registrada vira relato em congresso, artigo, projeto de pesquisa. É semente científica.
Design Thinking nas 4 primeiras etapas, Arco de Maguerez na implementação. Traduzindo: olhar, entender, planejar, testar e, no fim, agir com a comunidade. Nada de mágica — só um caminho didático pra não se perder no meio.
Design Thinking pra compreender antes de intervir. Arco de Maguerez pra voltar ao território — agora com uma ação.

Escutar antes de propor
Preparo institucional (termos, subgrupos, unidade parceira) e imersão inicial no território pelo material da UBS e pela escuta com ACS e lideranças, ainda antes da primeira ida em grupo.
Organizar o que se ouviu
A 1ª ida ao território (Momento 1 · diagnóstico) acontece aqui. Nas semanas seguintes, o subgrupo sistematiza a escuta em sala e transforma tudo em uma pergunta-problema clara.
Que ação faz sentido aqui?
Gerar muitas ideias de ação educativa em saúde e escolher — junto — a que cabe no tempo, no lugar e no público real. A devolutiva do Momento 1 também é redigida aqui, para abrir o Momento 2.
Testar antes de ir a público
Produzir materiais, ensaiar dinâmicas, simular a ação entre vocês. Falhar aqui é ótimo — evita falhar diante da comunidade no Momento 2.
O Arco de Maguerez em ato
As duas idas finais ao território. No Momento 2 (semana 13) acontece a devolutiva, a validação com a comunidade e a ação educativa central (com 3+ encontros aninhados dentro dela). Semanas 14–18 são reflexão e escrita. No Momento 3 (semanas 19–20), o encerramento e a pactuação de continuidade.
Em cada uma das 3 idas ao território (Momentos 1, 2 e 3), o subgrupo percorre estes 5 passos — com profundidade crescente. É o coração da metodologia problematizadora: parte da realidade e volta pra ela transformada.
Chegar no campo e olhar de novo, com o problema já definido.
O que precisa ser enfrentado pra transformar essa realidade?
Buscar evidência científica que sustente a ação de vocês.
Desenhar as respostas possíveis — plurais, criativas, viáveis.
Voltar à comunidade e agir. É aqui que o arco se completa.
“O conhecimento nasce da inquietação com a realidade — e só se completa quando volta a ela.”
Seis requisitos obrigatórios da extensão curricularizada no 4º Período. Cada card traz a exigência do Manual e a forma como ela se concretiza ao longo do semestre.
No diagnóstico participativo, cada subgrupo levanta pelo menos três problemas reais do território e prioriza um deles para a ação educativa, com justificativa por escrito.
Levantamento no Momento 1, a partir de escuta e observação; refinamento nas semanas de sistematização e teorização em sala.
A ação educativa é composta por, no mínimo, três encontros com a comunidade. No Ciclo 1, os três encontros acontecem como blocos integrados dentro do Momento 2: roda de devolutiva, oficina temática e dinâmica de fechamento.
Três blocos cronometrados no mesmo dia de campo, com material educativo que permanece na comunidade após o encontro.
A ação educativa deve alcançar, no mínimo, quinze pessoas da comunidade. O alcance é comprovado por lista de presença assinada e por registro fotográfico autorizado.
Divulgação porta a porta com o Agente Comunitário de Saúde na semana anterior e confirmação por mensagem. Meta prática: vinte confirmados para garantir quinze presentes.
A entrada em território exige quatro documentos assinados — Termo de Compromisso, Termo de Confidencialidade, Termo de Anuência da unidade e Termo de Uso de Imagem — além de COAPES vigente na unidade.
Assinaturas concluídas entre as Semanas 1 e 3, antes do Momento 1. O(a) representante do subgrupo confirma o COAPES da unidade com o docente responsável.
Todo dado do território — falas, imagens e informações de saúde — exige consentimento explícito, anonimização no Diário e no Relato e guarda restrita ao subgrupo e ao docente responsável.
Termo de Uso de Imagem por pessoa fotografada; falas identificadas apenas por códigos (E1, E2…); nomes e endereços não aparecem nos entregáveis.
O Ciclo 1 tem 140 horas, distribuídas entre IPA (integração professor–aluno), IAA (integração aluno–aluno) e IASC (integração aluno–serviço–comunidade). Apenas a IASC ocorre no território.
IASC concentrada em três dias de campo (Momentos 1, 2 e 3); IPA e IAA ao longo das demais semanas, em sala e em trabalho autônomo.
Base normativa: Manual da Extensão Curricularizada UNEXMED 2026 (itens 2.4.3 e 3.2), Programação Oficial do Ciclo 1 · 2026.2 e Caderno de Instrumentos Legais.
Sempre que vocês virem IPA, IASC ou IAA no cronograma, é isto que a sigla significa.
Aula, oficina, mentoria com o docente. Acontece na faculdade.
Vocês no território, na unidade de saúde e com a comunidade. É o coração da extensão.
Produção autônoma do subgrupo: organizar coleta, planejar ação, escrever o relato.
A extensão é integrada — cada disciplina do 4º período empresta algo para o projeto do subgrupo, dentro da metodologia do Ciclo 1. Componentes conforme matriz do 4º período no Manual da Extensão Curricularizada UNEXMED 2026.
Nota de implantação: o Manual UNEXMED vincula o 4º período ao Ciclo 2 (Mensuração e Análise). Em 2026.2, por decisão institucional, todas as turmas em extensão curricularizada cursarão o Ciclo 1 (Inserção e Empatia), unificando a entrada da rede na metodologia — mantendo, porém, as disciplinas próprias do 4º período conforme o Manual.
Atenção Primária, matriciamento e trabalho com a equipe da UBS — orienta a articulação do subgrupo nos três momentos no território.
Uso racional de medicamentos — subsidia a educação em saúde sobre farmacoterapia dos agravos priorizados.
Cuidado psicossocial, RAPS e escuta ampliada — dão suporte para temas sensíveis levantados pela comunidade.
Cada subgrupo (até 12 pessoas) pactua sua unidade de investigação e sua agenda de campo — nas janelas verdes (turnos livres) combinadas com a unidade.
Vocês se organizam em pequenos grupos, com papéis rotativos: quem entrevista, quem registra, quem sistematiza.
Uma UBS ou espaço comunitário parceiro — assinam anuência e passam a ter território de referência.
Atividades de campo são pactuadas com o serviço; atos que dependem da unidade acontecem em dia útil.
A mesma jornada, dois níveis de zoom: as 6 fases para bater o olho no todo, ou o detalhe semana a semana para saber exatamente o que fazer a cada momento.
As 20 semanas agrupadas em fases. Datas em dourado são marcos que vocês precisam ter no radar.

Aula inaugural, formação de subgrupos, assinatura dos termos, cadastro no Pro-Extend.
Aula inaugural, nivelamento metodológico, formação dos subgrupos, entrega dos Termos de Compromisso e Confidencialidade.
Oficina de territorialização, construção dos instrumentos e pactuação remota da agenda com a unidade — tudo em sala, sem ida ao território.
Oficina de territorialização e escuta qualificada; construção dos instrumentos (roteiro, diário de campo, mapa de atores); distribuição de papéis.
Finalização dos instrumentos; pactuação remota da agenda de campo (janela verde combinada com a UBS) e conferência dos Termos de Anuência.
Única ida da etapa de diagnóstico (Momento 1) e, nas semanas seguintes, sistematização em sala, teorização e priorização do problema.
Única ida da etapa de diagnóstico — na janela verde combinada com a UBS (podendo incluir o sábado). Caminhada exploratória, observação no acolhimento e entrevistas com moradores e equipe.
Transcrever/sintetizar as falas do Momento 1, atualizar o mapa de atores e iniciar a árvore de problemas.
Estudo da literatura, políticas públicas e dados epidemiológicos locais; refino da árvore de problemas com referências.
Fechamento do diagnóstico participativo — problema priorizado com justificativa, sem voltar ao território.
Devolutiva escrita, ideação da ação educativa, produção dos materiais e simulação interna — tudo em sala.
Redigir a devolutiva em linguagem acessível e desenhar como ela abrirá o Momento 2 (VAP1 em 20/09).
Escolha de formato, mensagem-chave e objetivos de aprendizagem da ação a ser realizada no Momento 2.
Produção dos materiais educativos e confirmação remota de espaço, público e logística.
Simulação cronometrada do bloco integrado (devolutiva → validação → ação); ajustes e plano B.
Semana curta (feriado 12/10). Checklist final, logística e confirmação via ACS — sem ida ao território.
Única ida da etapa central (Momento 2, semana 19–25/10) — devolutiva, validação e ação educativa no mesmo dia — e, nas semanas seguintes, reflexão em sala e escrita do relato.
Único momento de campo da etapa central. Em um só dia: apresentar a devolutiva, validar o problema com a comunidade e executar a ação educativa. OSCE de 19–23/10 — distribuir preparativos.
Sistematização do que a validação e a ação geraram; desenho do encerramento; questionário de satisfação.
Divisão de seções, primeira versão do Relato de Experiência e Diário de Bordo em dia.
Revisão em par do Relato; alinhamento remoto do Momento 3; congelamento dos materiais e slides.
Terceira e última ida ao território (Momento 3), submissão do Diário e do Relato, apresentação das Vivências Extensionistas e fechamento do semestre.
Última ida ao território — devolutiva final, questionário de satisfação e agradecimento à comunidade e à equipe da UBS. VAT2 em 04/12.
Submissão final do Diário de Bordo (individual) e do Relato de Experiência (subgrupo).
Apresentação para a banca. Médias divulgadas em 10/12. Fim do semestre em 12/12.
Cada semana com objetivo, tarefas concretas, entregas, dica de bolso e o marco quando for o caso. Clique para abrir os detalhes.
Todas as outras 17 semanas acontecem em sala — preparo, sistematização, teorização, ideação, ensaio e escrita. As 3 idas ao território acontecem ao longo da semana da ação (na janela verde combinada com a unidade, podendo incluir o sábado quando fizer sentido para a comunidade) e concentram tudo o que precisa ser feito presencialmente. Os 3 encontros da ação educativa exigidos pelo Manual (item 2.4.3) acontecem como blocos integrados dentro do Momento 2 — devolutiva, oficina e dinâmica de fechamento — alcançando as 15+ pessoas mínimas no mesmo dia:
Guardem o número de matrícula à mão — vocês vão precisar em quase todo formulário nas próximas semanas.
A jornada inteira em 10 passos. Salvem esta lista — é o checklist do ciclo.
Compromisso, confidencialidade, uso de imagem — na 1ª semana.
Até 12 pessoas. Combinem quem entrevista, quem registra, quem sistematiza.
Territorialização, dados secundários, primeira visita à unidade.
Roteiro de observação, diário de campo, estrutura do mapa de atores.
Observação participante + entrevistas iniciais na janela pactuada.
≥5 entrevistas, atualização do mapa de atores, árvore de problemas.
Reunião comunitária para pactuar o problema priorizado.
Ideação, prototipagem, produção de materiais e simulação interna.
Implementação com público real — alcance mínimo de 15 pessoas.
Diário de Bordo, Relato de Experiência e Apresentação das Vivências.
Parece muita coisa, mas rodam junto com as atividades — vocês assinam, o docente guarda, o projeto fica regular.
Quatro entregas conversam entre si: o Produto Final é o que fica para o território; o Diário registra o percurso; o Relato sistematiza; a Apresentação comunica. Navegue pelas abas.
Além do relato (obrigatório para todo mundo), a equipe pode escolher um ou mais formatos de entrega — sempre integrados ao relato como apêndice. Não é para inventar: é para transformar o que já foi feito no território em algo que fica.
Um produto robusto nasce do território (não da cabeça da equipe), é validado com pelo menos uma rodada de teste, tem evidência registrada no Diário e no Relato, e pode ser continuado pelo próximo ciclo — vocês estão construindo um percurso longitudinal, não um trabalho de fim de semestre.
Documento central e obrigatório de toda extensão. É a memória escrita da jornada da equipe.
"Escuta qualificada e ação educativa sobre alimentação infantil na USF Nova Vitória: relato do Ciclo 1."
Peça gráfica ou impressa que fica com a comunidade após a ação. Vira apêndice do relato.
Cartilha ilustrada sobre sinais de alerta em crianças menores de 5 anos, distribuída na sala de espera.
Ferramenta processual construída com a equipe da unidade: fluxo, protocolo local, agenda compartilhada.
Fluxo visual de acolhimento a gestantes na USF, afixado na recepção após validação com a ESF.
Proposta estruturada que pode ser continuada pelo próximo ciclo do mesmo território.
Projeto "Sala de espera ativa": roteiro de 12 encontros temáticos para o próximo semestre.
Registro audiovisual da jornada ou da ação, com valor formativo e de divulgação.
Mini-documentário de 5 min sobre a percepção da comunidade quanto ao acesso à APS.
Peça testável construída na fase de prototipagem do Design Thinking (baixa fidelidade).
Cartaz-teste de campanha de vacinação testado com 10 usuárias antes da versão final.
A extensão vale 50 pontos dentro da VAP do componente. Simples, contínua e acumulativa — nada de correr no final.
Registro reflexivo a cada atividade. Barema no Quadro 21 do Manual.
Com mapa de atores e árvore de problemas obrigatórios; materiais educativos como apêndices. Barema no Quadro 26.
09/12. Elementos do Quadro 16, barema no Quadro 30.
Cada instrumento tem critérios com peso e 4 níveis de desempenho. Usem esta rubrica como checklist ao longo do ciclo — a nota final é a soma dos pesos ponderada pelo nível atingido em cada critério.
Instrumento individual, formativo, avaliado ao final do ciclo. Barema no Quadro 21.
| Critério | Peso | Insuficiente | Suficiente | Bom | Excelente |
|---|---|---|---|---|---|
| Regularidade e presença dos registros | 4 pts | Registros ausentes em mais da metade das atividades. | Registros existem, mas há lacunas frequentes ou preenchimento retroativo. | Registro semanal contínuo, com poucas lacunas justificadas. | Registro contínuo, datado, feito próximo à atividade, com evidências de rotina. |
| Completude das 10 seções obrigatórias | 5 pts | Faltam 4 ou mais seções. | Faltam 2–3 seções ou algumas estão apenas iniciadas. | Todas presentes, com pequenas fragilidades pontuais. | Todas presentes, articuladas entre si e coerentes com o percurso. |
| Qualidade da escuta e observação do território | 4 pts | Descrição superficial, sem falas do território. | Falas isoladas, pouca conexão com o contexto. | Escuta sistemática, falas anonimizadas e contextualizadas. | Escuta qualificada com triangulação de fontes e recorte de determinantes sociais. |
| Reflexão crítica e articulação teórica | 4 pts | Só descreve o que fez, sem refletir. | Reflexões pontuais, pouco amarradas a conceitos. | Reflexões consistentes, dialogam com o Arco e o Design Thinking. | Reflexão crítica autoral, sustentada por literatura e por dados do território. |
| Ética, LGPD e cuidado com o território | 3 pts | Expõe pessoas, dados ou fotos sem consentimento visível. | Mistura de dados anonimizados e identificáveis. | Anonimização consistente e menção a consentimento. | Registro exemplar: consentimento, anonimização, sigilo e cuidado com o vínculo. |
Instrumento coletivo, escrito em ABNT. Barema no Quadro 26.
| Critério | Peso | Insuficiente | Suficiente | Bom | Excelente |
|---|---|---|---|---|---|
| Contextualização do território | 4 pts | Caracterização genérica, sem mapa de atores nem árvore de problemas. | Caracterização básica; falta mapa de atores OU árvore de problemas. | Caracterização com mapa e árvore presentes e coerentes. | Caracterização rica, com dados oficiais + escuta, mapa e árvore articulados aos DSS. |
| Percurso metodológico (Arco + Design Thinking) | 6 pts | Metodologia ausente ou confusa; não é possível reproduzir. | Descreve etapas, mas não amarra Arco com Design Thinking. | Percurso claro, com técnicas de coleta, período e aspectos éticos. | Percurso reproduzível, com triangulação de técnicas e integração explícita das duas metodologias. |
| Resultados, discussão e evidências | 6 pts | Só descreve tarefas; sem discussão nem evidências. | Resultados descritos; discussão fraca e < 3 referências. | Resultados + discussão com 5+ referências científicas dos últimos 10 anos. | Discussão crítica, dialogando literatura e território, com evidências anonimizadas fortes. |
| Reflexão e lições aprendidas | 3 pts | Ausente ou meramente conclusiva. | Reflexão superficial, sem autocrítica. | Reflexão consistente com autocrítica do processo. | Reflexão autoral, com autocrítica honesta e projeções para o próximo ciclo. |
| Formatação ABNT (NBR 14724 + 6023) | 3 pts | Formatação inconsistente; referências fora de norma. | Formatação parcial; várias inconsistências. | Formatação correta; pequenos deslizes. | Formatação impecável; referências alfabetadas e completas. |
| Apêndices (materiais educativos do grupo) | 3 pts | Sem apêndices ou apêndices desconectados da ação. | Apêndices presentes, mas sem validação com o território. | Apêndices coerentes com a ação, com registro de uso. | Apêndices validados com o território e claramente reutilizáveis pelo próximo ciclo. |
Instrumento coletivo, oral, banca de 3. Barema no Quadro 30.
| Critério | Peso | Insuficiente | Suficiente | Bom | Excelente |
|---|---|---|---|---|---|
| Clareza e organização da narrativa | 1 pt | Difícil acompanhar; blocos fora de ordem. | Narrativa mediana, transições fracas. | Narrativa clara, blocos bem encadeados. | Narrativa envolvente, começo-meio-fim; a banca entra na história. |
| Uso de evidências do território | 1 pt | Sem evidências reais; slides genéricos. | Poucas evidências; sem falas do território. | Evidências variadas (fotos, dados, falas anonimizadas). | Evidências fortes, com fala real da comunidade que sustenta a ação. |
| Participação da equipe completa | 1 pt | Um só integrante fala. | Metade da equipe participa. | Todos falam, divisão desigual. | Todos falam com blocos bem distribuídos e transições ensaiadas. |
| Gestão do tempo (12–15 min) | 1 pt | Estoura > 3 min ou termina < 8 min. | Estoura 1–3 min. | Dentro do tempo, com ajuste no final. | Cronometragem impecável, ritmo constante. |
| Arguição: resposta a perguntas da banca | 1 pt | Não responde ou responde na defensiva. | Respostas superficiais; só um integrante responde. | Respostas consistentes, distribuídas na equipe. | Respostas autorais, com autocrítica e evidências da experiência. |
Fonte: Manual da Extensão Curricularizada UNEXMED 2026 — Quadros 21 (Diário), 26 (Relato) e 30 (Apresentação). Descritores adaptados para leitura didática.
Os documentos oficiais que fundamentam a extensão. Baixem, guardem, consultem quando surgir dúvida.
Cronograma completo das 20 semanas, atividades e rateio da carga horária.
Documento institucional da Rede UNEX-MED — fundamentação, ciclos e diretrizes.
Todos os termos: Compromisso, Confidencialidade, Anuência, Uso de Imagem, Licença e Frequência.
As 10 seções do Quadro 7 com campos preenchíveis + checklist de conformidade.
Mesmo template em .docx, para editar no Word / Google Docs.
As 10 seções do Quadro 12 já formatadas em ABNT, com caixas 'O que o Manual pede' e checklist final.
8 slides prontos (capa, agenda, território, percurso, escuta, ação, resultados, aprendizados) no ritmo de 12–15 min.
As perguntas que sempre aparecem na primeira semana.