Sair da sala
A extensão acontece fora dos muros: em unidades de saúde e espaços comunitários pactuados com vocês.
Ciclo 1 completo: Metodologia Científica sustentando a análise e o Relato de Experiência.

Parte curricular da faculdade, integrada às disciplinas do semestre. Não é atividade extra — é parte do que faz de vocês médicos.
A extensão acontece fora dos muros: em unidades de saúde e espaços comunitários pactuados com vocês.
Observação participante, entrevistas, mapa de atores. A comunidade é coautora.
A partir da escuta, vocês desenham uma ação educativa em saúde, com implementação no momento previsto para a fase.
Diário de Bordo a cada atividade + Relato de Experiência ao final. Isso vira portfólio.
A extensão é onde ensino, pesquisa e território se encontram. Aqui vocês exercitam o que o SUS espera do médico: escutar, dialogar, agir com ética e medir impacto.

A diferença entre entregar uma cesta e construir um vínculo. Entre visitar e voltar. Entre executar e transformar.

A extensão não é "a mais" — é o lugar onde a medicina encontra a vida real. Fazer com capricho agora dá dividendos por anos.
Currículo de residência, monitoria, iniciação científica: um projeto de extensão robusto pesa muito.
A comunidade que vocês adotarem agora acompanha o percurso — nos próximos ciclos, o trabalho aprofunda.
Ação bem registrada vira relato em congresso, artigo, projeto de pesquisa. É semente científica.
Design Thinking nas 4 primeiras etapas, Arco de Maguerez na implementação. Traduzindo: olhar, entender, planejar, testar e, no fim, agir com a comunidade. Nada de mágica — só um caminho didático pra não se perder no meio.
Design Thinking pra compreender antes de intervir. Arco de Maguerez pra voltar ao território — agora com uma ação.

Escutar antes de propor
Fase de preparo institucional e conexão emocional com o tema. Aqui o subgrupo se organiza, assina termos e estuda o material teórico de 'Território e Escuta Qualificada' antes de ir a campo. O objetivo é 'calçar os sapatos' da comunidade através dos dados disponíveis.
Organizar o que se ouviu
É o momento da 1ª ida ao campo (Diagnóstico). O subgrupo vai ao território para observar a realidade e realizar a escuta qualificada. Após a visita, o foco é organizar as percepções em sala de aula para definir o problema prioritário através da Árvore de Problemas.
Que ação faz sentido aqui?
Gerar muitas ideias de ação educativa em saúde e escolher — junto — a que cabe no tempo, no lugar e no público real. A devolutiva do Momento 1 também é redigida aqui, para abrir o Momento 2.
Testar antes de ir a público
Produzir materiais, ensaiar dinâmicas, simular a ação entre vocês. Falhar aqui é ótimo — evita falhar diante da comunidade no Momento 2.
O Arco de Maguerez em ato
As idas finais ao campo e a aplicação da proposta, conforme a fase e a programação do período. Nos períodos de ciclo completo, isso inclui a ação educativa em três encontros e a devolutiva; no 1º período, a aplicação fica planejada para a etapa seguinte.
Em cada ida ao território prevista para o período, o subgrupo percorre estes 5 passos — com profundidade crescente. É o coração da metodologia problematizadora: parte da realidade e volta pra ela transformada.
Chegar no campo e olhar de novo, com o problema já definido.
O que precisa ser enfrentado pra transformar essa realidade?
Buscar evidência científica que sustente a ação de vocês.
Desenhar as respostas possíveis — plurais, criativas, viáveis.
Voltar à comunidade e agir. É aqui que o arco se completa.
“O conhecimento nasce da inquietação com a realidade — e só se completa quando volta a ela.”
Para garantir a aprovação e o impacto social, o subgrupo deve cumprir os critérios mínimos do Manual. Na implementação 2026.2, este período segue ciclo 1 completo · adaptação intensiva 2026.2.
Carga Horária Total
Distribuídas entre encontros síncronos, assíncronos e idas ao território.
Visitas ao Campo
Idas pactuadas com a unidade e registradas na programação do seu período.
Público Almejado
Mínimo de pessoas impactadas diretamente pela sua ação educativa.
Subgrupos
Organização coletiva conforme a realidade local de cada cidade.
A ação educativa deve conter no mínimo 3 encontros ou momentos (ex: três oficinas, três palestras, ou uma sequência pedagógica em três tempos). Verifique a Programação Semestral do seu período para detalhes da carga horária.
A presença nas idas ao território previstas para o seu período é obrigatória para a composição da nota. Ausências devem ser justificadas formalmente ao docente responsável conforme as regras do Manual Acadêmico.
Rigor metodológico na sistematização das evidências e análise do processo.
Implementação 2026.2: todos os períodos iniciam pelo Ciclo 1; este período realiza o ciclo completo em regime intensivo.
Instrumentos de coleta, sistematização de evidências e redação do Relato.
Regra especial de avaliação. Nota EC = (Nota EC ÷ 50) × 10 no VAT1.
Fundamentação clínica dos temas da ação educativa.
Educação em saúde em pediatria.
Educação em saúde na ginecologia e obstetrícia.
Não se faz medicina de gabinete. O projeto nasce no território, pela escuta ativa de quem vive e trabalha nele. Entenda como se organizar e como 'ouvir' a realidade.
Para que a escuta seja efetiva, o subgrupo precisa de método. Sugerimos a divisão de papéis rotativos a cada ida ao campo:
Conduz o diálogo, mantém o foco e a empatia.
Anota falas literais, expressões e o que não é dito.
Foca no ambiente, na dinâmica da UBS, no entorno.
Garante o vínculo com ACS e lideranças locais.

Escutar não é apenas perguntar. É uma técnica de diagnóstico participativo que exige ética, silêncio e respeito à LGPD.
Diferente de um passeio, a visita ao território busca entender os Determinantes Sociais. O que está "fora do corpo" que faz a pessoa adoecer?
Observar lixo, esgoto a céu aberto, córregos e condições das casas (risco, aglomeração).
Como se chega à UBS? Há ladeiras, ruas sem calçamento ou isolamento por chuva?
Identificar escolas, creches, CRAS, igrejas, quadras e onde a comunidade se reúne.
Comércio local, o que as pessoas fazem para viver, se saem cedo do bairro.
Baixa cobertura de pré-natal no painel da unidade.
"As gestantes estão indo a outro serviço ou estão deixando de ir? O que dificulta o acesso delas aqui?"
Censo aponta que parte das casas não tem esgoto.
"Como fica a rua quando chove? Onde as crianças costumam brincar quando não estão na escola?"
O Ministério da Saúde define acolhimento como postura. Veja como aplicar:
Repita a última palavra ou expressão para que a pessoa continue falando.
— Tá difícil, sabe? — Difícil?
Diga com suas palavras o que entendeu para validar a compreensão.
— Então a senhora vem, espera e às vezes volta sem a consulta?
Transforme generalizações em fatos concretos.
— A senhora pode me contar uma vez em que isso aconteceu?
Antes de encerrar, recapitule os pontos principais.
Deixe a pessoa corrigir se você entendeu algo errado.
As idas ao território devem ser pactuadas com a UBS e o preceptor. Identifiquem turnos sem aula e organizem a agenda para que a unidade esteja pronta para recebê-los.
Do primeiro dia de aula à entrega final. O cronograma abaixo reflete a jornada padrão do Ciclo 1. Verifique nos Downloads o arquivo de Programação do seu período para as especificidades de carga horária e instrumentos avaliativos.
Aula, oficina, mentoria com o docente. Acontece na faculdade.
Vocês no território, na unidade e com a comunidade. É o coração da extensão.
Produção autônoma do subgrupo: organizar coleta, planejar ação, escrever o relato.
Embora o cronograma liste semanas-base para as idas ao território, a data exata depende da logística pactuada entre o subgrupo, o docente orientador e a coordenação local em cada cidade. Este período prevê até 3 idas. Consulte sempre o arquivo de Programação Semestral disponível nos Downloads para o calendário local atualizado.
Uma visão clara das responsabilidades de cada um para garantir o sucesso da extensão. Selecione seu perfil para visualizar as tarefas obrigatórias por fase e baixar os guias de apoio.
Formação do Subgrupo
Subgrupo de até 12 alunos com papéis definidos.
Termos Legais
Assinatura do Termo de Compromisso e Confidencialidade.
Guia de Território
Leitura obrigatória do guia de Escuta Qualificada.
Momento 1
Registro da 1ª inserção (presencial ou remota) no Diário.
Árvore de Problemas
Construção coletiva baseada na escuta do campo.
Priorização
Escolha do problema central validada com o preceptor.
Diário de Bordo
Registro da sistematização do diagnóstico (Semanas 5-7).
Plano de Ação
Roteiro detalhado da atividade educativa (Momento 2).
Materiais
Produção e teste dos protótipos de material didático.
Validação
Feedback técnico das disciplinas integradas do período.
Momento 2 (Campo)
Execução da ação (3 encontros) e coleta de evidências.
Relato de Experiência
Escrita científica seguindo template ABNT (25 pts).
Submissão Final
Upload no Portal Pro-Extend e Blackboard até 08/12.
A banca avalia a robustez técnica e o impacto social. Um projeto nota máxima não é apenas o que aconteceu no campo, mas como ele foi fundamentado e registrado.
Não basta o 'eu acho'. É preciso cruzar a escuta com dados do IBGE, DATASUS ou Painel APS da unidade.
A ação educativa deve ser construída COM a comunidade, não apenas PARA ela. Precisa de anuência formal.
A extensão é um componente curricular. A regularidade dos termos é o que garante sua aprovação jurídica.
O relato de experiência é o legado do subgrupo. Deve seguir normas ABNT e ter reflexão crítica real.
Na implementação 2026.2, o 6º período segue ciclo 1 completo · adaptação intensiva 2026.2. O foco comum é o diagnóstico situacional, a ação educativa pactuada e o registro ético das evidências.
Diferencial: As disciplinas integradas mudam conforme o seu período.
O Barema é o documento que a banca usa para te dar a nota. Conhecer cada critério antes de entregar o relato é o segredo para os 25 pontos.
Baixar Baremas OficiaisTodos os termos e formulários obrigatórios que regularizam a sua atuação no território.
Quatro entregas conversam entre si: o Produto Final é o que fica para o território; o Diário registra o percurso; o Relato sistematiza; a Apresentação comunica. Navegue pelas abas.
Além do relato (obrigatório para todo mundo), a equipe pode escolher um ou mais formatos de entrega — sempre integrados ao relato como apêndice. Não é para inventar: é para transformar o que já foi feito no território em algo que fica.
Um produto robusto nasce do território (não da cabeça da equipe), é validado com pelo menos uma rodada de teste, tem evidência registrada no Diário e no Relato, e pode ser continuado pelo próximo ciclo — vocês estão construindo um percurso longitudinal, não um trabalho de fim de semestre.
Documento central e obrigatório de toda extensão. É a memória escrita da jornada da equipe.
"Escuta qualificada e ação educativa sobre alimentação infantil na USF Nova Vitória: relato do Ciclo 1."
Peça gráfica ou impressa que fica com a comunidade após a ação. Vira apêndice do relato.
Cartilha ilustrada sobre sinais de alerta em crianças menores de 5 anos, distribuída na sala de espera.
Ferramenta processual construída com a equipe da unidade: fluxo, protocolo local, agenda compartilhada.
Fluxo visual de acolhimento a gestantes na USF, afixado na recepção após validação com a ESF.
Proposta estruturada que pode ser continuada pelo próximo ciclo do mesmo território.
Projeto "Sala de espera ativa": roteiro de 12 encontros temáticos para o próximo semestre.
Registro audiovisual da jornada ou da ação, com valor formativo e de divulgação.
Mini-documentário de 5 min sobre a percepção da comunidade quanto ao acesso à APS.
Peça testável construída na fase de prototipagem do Design Thinking (baixa fidelidade).
Cartaz-teste de campanha de vacinação testado com 10 usuárias antes da versão final.
A extensão vale 50 pontos dentro da VAP do componente: Diário de Bordo (20) + produto técnico-científico (25) + apresentação oral (5).
Registro reflexivo a cada atividade. Barema no Quadro 21 do Manual.
Com mapa de atores e árvore de problemas obrigatórios; materiais educativos como apêndices. Barema no Quadro 26.
09/12. Elementos do Quadro 16, barema no Quadro 30.
Regra específica do 6º Período: Nota EC = (Nota EC ÷ 50) × 10 no VAT1.
Cada instrumento tem critérios com peso e 4 níveis de desempenho. Usem esta rubrica como checklist ao longo do ciclo — a nota final é a soma dos pesos ponderada pelo nível atingido em cada critério.
Instrumento individual, formativo, avaliado ao final do ciclo. Barema no Quadro 21.
| Critério | Peso | Insuficiente | Suficiente | Bom | Excelente |
|---|---|---|---|---|---|
| Regularidade e presença dos registros | 4 pts | Registros ausentes em mais da metade das atividades. | Registros existem, mas há lacunas frequentes ou preenchimento retroativo. | Registro semanal contínuo, com poucas lacunas justificadas. | Registro contínuo, datado, feito próximo à atividade, com evidências de rotina. |
| Completude das 10 seções obrigatórias | 5 pts | Faltam 4 ou mais seções. | Faltam 2–3 seções ou algumas estão apenas iniciadas. | Todas presentes, com pequenas fragilidades pontuais. | Todas presentes, articuladas entre si e coerentes com o percurso. |
| Qualidade da escuta e observação do território | 4 pts | Descrição superficial, sem falas do território. | Falas isoladas, pouca conexão com o contexto. | Escuta sistemática, falas anonimizadas e contextualizadas. | Escuta qualificada com triangulação de fontes e recorte de determinantes sociais. |
| Reflexão crítica e articulação teórica | 4 pts | Só descreve o que fez, sem refletir. | Reflexões pontuais, pouco amarradas a conceitos. | Reflexões consistentes, dialogam com o Arco e o Design Thinking. | Reflexão crítica autoral, sustentada por literatura e por dados do território. |
| Ética, LGPD e cuidado com o território | 3 pts | Expõe pessoas, dados ou fotos sem consentimento visível. | Mistura de dados anonimizados e identificáveis. | Anonimização consistente e menção a consentimento. | Registro exemplar: consentimento, anonimização, sigilo e cuidado com o vínculo. |
Instrumento coletivo, escrito em ABNT. Barema no Quadro 26.
| Critério | Peso | Insuficiente | Suficiente | Bom | Excelente |
|---|---|---|---|---|---|
| Contextualização do território | 4 pts | Caracterização genérica, sem mapa de atores nem árvore de problemas. | Caracterização básica; falta mapa de atores OU árvore de problemas. | Caracterização com mapa e árvore presentes e coerentes. | Caracterização rica, com dados oficiais + escuta, mapa e árvore articulados aos DSS. |
| Percurso metodológico (Arco + Design Thinking) | 6 pts | Metodologia ausente ou confusa; não é possível reproduzir. | Metodologia descreve etapas, mas não amarra Arco com Design Thinking. | Percurso claro, com técnicas de coleta, período e aspectos éticos. | Percurso reproduzível, com triangulação de técnicas e integração explícita das duas metodologias. |
| Resultados, discussão e evidências | 6 pts | Só descreve tarefas; sem discussão nem evidências. | Resultados descritos; discussão fraca e < 3 referências. | Resultados + discussão com 5+ referências científicas dos últimos 10 anos. | Discussão crítica, dialogando literatura e território, com evidências anonimizadas fortes. |
| Reflexão e lições aprendidas | 3 pts | Ausente ou meramente conclusiva. | Reflexão superficial, sem autocrítica. | Reflexão consistente com autocrítica do processo. | Reflexão autoral, com autocrítica honesta e projeções para o próximo ciclo. |
| Formatação ABNT (NBR 14724 + 6023) | 3 pts | Formatação inconsistente; referências fora de norma. | Formatação parcial; várias inconsistências. | Formatação correta; pequenos deslizes. | Formatação impecável; referências alfabetadas e completas. |
| Apêndices (materiais educativos do grupo) | 3 pts | Sem apêndices ou apêndices desconectados da ação. | Apêndices presentes, mas sem validação com o território. | Apêndices coerentes com a ação, com registro de uso. | Apêndices validados com o território e claramente reutilizáveis pelo próximo ciclo. |
Instrumento coletivo, oral, banca de 3. Barema no Quadro 30.
| Critério | Peso | Insuficiente | Suficiente | Bom | Excelente |
|---|---|---|---|---|---|
| Clareza e organização da narrativa | 1 pt | Difícil acompanhar; blocos fora de ordem. | Narrativa mediana, transições fracas. | Narrativa clara, blocos bem encadeados. | Narrativa envolvente, começo-meio-fim; a banca entra na história. |
| Uso de evidências do território | 1 pt | Sem evidências reais; slides genéricos. | Poucas evidências; sem falas do território. | Evidências variadas (fotos, dados, falas anonimizadas). | Evidências fortes, com fala real da comunidade que sustenta a ação. |
| Participação da equipe completa | 1 pt | Um só integrante fala. | Metade da equipe participa. | Todos falam, divisão desigual. | Todos falam com blocos bem distribuídos e transições ensaiadas. |
| Gestão do tempo (12–15 min) | 1 pt | Estoura > 3 min ou termina < 8 min. | Estoura 1–3 min. | Dentro do tempo, com ajuste no final. | Cronometragem impecável, ritmo constante. |
| Arguição: resposta a perguntas da banca | 1 pt | Não responde ou responde na defensiva. | Respostas superficiais; só um integrante responde. | Respostas consistentes, distribuídas na equipe. | Respostas autorais, com autocrítica e evidências da experiência. |
Fonte: Manual da Extensão Curricularizada UNEXMED 2026 — Quadros 21 (Diário), 26 (Relato) e 30 (Apresentação). Descritores adaptados para leitura didática.
Os documentos oficiais e templates que fundamentam a extensão. Baixem, guardem, consultem quando surgir dúvida.
Documento-base com princípios, ciclos, matriz de carga horária, avaliação e instrumentos obrigatórios.
Cronograma atualizado do seu período, atividades e carga horária.
Instrumento oficial para registro das vivências no território e escuta qualificada.
Guia prático para as atividades do Ciclo 1 no território.
Roteiro de conformidade para o aluno acompanhar suas entregas semanais.
Modelo editável para registrar até 12 integrantes, matrícula, telefone, e-mail institucional, papéis, substitutos e protocolo de conferência do vínculo acadêmico.
Roteiro de conformidade para acompanhar turma, campo, frequência e documentação.
Termos de Compromisso, Anuência, Confidencialidade e Frequência.
PDF preenchível conforme Quadro 7 do Manual.
Modelo ABNT com seções obrigatórias (25 pts).
As perguntas que sempre aparecem na primeira semana.